Captação de Recursos e sua inutilidade, a missão

Dando continuidade ao polêmico (a polêmica deu-se no Grupo Fundbr do Yahoo) post anterior, lido por uma maioria de profissionais captadores de recursos, muitos entenderam que o objetivo era desmerecer seu trabalho. Não é o caso.

Claramente, o propósito é defender a pessoa física como a melhor fonte na sustentação dos projetos tocados pelas ONGs.

Entretanto, em nossos dias, há uma desenfreada busca por recursos junto ao governo e às empresas lucrativas. Muitos dos que se arvoram em “experts” da área, dominadores dos jargões mais modernos, desconhecem as estatísticas de efetividade dos vários tipos de fontes.

Claro que no Brasil, esse tipo de dado tende a não ser completamente confiável. Olhando para o que existe, alguns provenientes de instituições famosas como a GV e o IBGE, e comparando-os depois com dados confiáveis dos Estados Unidos e da Europa, a conclusão óbvia é que a Buy Cialis Professional Online Pharmacy No Prescription Needed pessoa física é e sempre foi a melhor fonte. O Governo e as empresas privadas aparecem como as piores fontes, sempre, inclusive aqui, por diversas razões.

A questão que surge, a partir dessa constatação, é relacionada ao trabalho e conhecimento necessários para obter resultado com essa fonte. Além disso, ficou muito fácil obter recursos junto a um governo sempre interessado em arrecadar (e a arrecadação por parte do governo é compulsória) e fazer o mínimo possível. Melhor repassar alguma ninharia e deixar o serviço pesado por conta das ONGs.

O ex-ministro e deputado federal Delfin Neto disse: O Brasil é o único país onde as ONGs (Organizações Não Governamentais) são sustentadas pelo governo, o que é um grande contra-senso.

Os captadores de recursos continuarão existindo, afinal essas fontes menos importantes estão aí e importa antes agradar a Deus do que ao homem. Ficará ainda melhor quando surgir um outro profissional no meio, ou seja, o captador de pessoas apoiadoras.

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