Conversar ou não, eis a questão

Há bom tempo penso nos caminhos do Fundraising no Brasil. Usei o termo em inglês de propósito. Talvez a tradução para português, não tenha feito bem a atividade. Não sei. Tenho enorme vontade em conversar sobre o que acontece por aqui sob o manto chamado Captação de Recursos.

Inclusive, gostaria de verificar se meus companheiros de interesses andam sentindo as mesmas ansiedades ou é só comigo. Sempre tive medo da impessoalidade em questões relacionadas às pessoas. Minha sensação é de que o alvo seja o bolso e não os donos das calças.

Tenho enorme dificuldade quando uma empresa filantrópica me mostra sua base de sustentação fincada em duas ou três empresas ou, pior, em alguma Buy Diflucan Online Pharmacy No Prescription Needed esfera governamental. Igualmente, me faz muito mal a troca ou compra de mailings, como se tudo fosse uma questão de números. A Abong me enviou um E-mail, hoje, oferecendo listas. Nada me ofende mais, nesse ramo. Aliás, falando em números, quantos profissionais sabem qual a conta a fazer na hora de calcular um banco de dados? Saber o que é um banco de dados, por si só, já seria uma grande notícia. Falar os jargões da moda não ajudam nada, na hora do “vamos ver”.

E a crise? Estamos preparados para enfrentar tempos difíceis, ou diremos aos nossos clientes para fechar as portas antes da vaca atolar.

Por essas e outras indagações, imaginei uma boa conversa, onde pudéssemos lavar nossas roupas sujas, trocar idéias verdadeiramente inovadoras, comentar o apoio dado pelo desenvolvimento à campanha do Barack Obama, um grande show de fundraising, com forte apelo social, os mecanismos do momento e falar um pouco de nós mesmos, diante de tudo isso, nossas aspirações, transpirações e preocupações.

Levantei a bola e alguns toparam, mas não estou seguro se devemos mesmo, ou melhor seria esperar a necessidade falar mais alto. Quem sabe não ando bebendo além da conta.

Então peço seu retorno, seja para confirmar, aderir ou me mandar para aquela famosa ponte partida, enfim, só não vale ficar na moita.

A data e hora mais provável seria dia 09 de dezembro entre 13:30 e 16:30 hs. O local aguarda confirmação, dependendo do interesse.

Presenças

Fábio Adiron, Andrezza Cadete Barletta, Volney Faustini, Majory Imai, Ozimar Pereira, Ana Camila Bertozzo Silva, Ludo

1 thought on “Conversar ou não, eis a questão

  1. Caro Lou,

    Concordo com você e quero fazer parte deste grupo que quer discutir fundraising e como ele está sendo implantado no Brasil. Atuo no setor Educacional, muito carente ainda nesta área, mas que, como todos os outros está sendo prostiuída por pessoas que querem “vender” relacionamentos, contatos, projetos prontos, esquecendo da essência da captaçao.
    Conte comigo!
    Larisa Hemkemeier, Florianópolis, SC

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