ONGs e liberdade

Embora algumas ONGs (Organizações não governamentais) tenham perto de um século de existência (caso do Exército de Salvação) no Brasil, o movimento das ONGs é, extremamente, novo. Sendo assim, seus rumos ainda estão em definição. Com isso, ainda não desenvolvemos capacidade de avaliação capaz de suscitar parâmetros corretos para esse fenômeno.

Foi a ABCR (Associação Brasileira de Captadores de Recursos) quem preocupou-se em escrever o primeiro código de ética relacionado ao setor. Mas há muito a construir em termos do balizamento dessa atividade.

Enquanto isso, alguns acontecimentos tem pipocado aqui e ali. Lamentável foi a descoberta ou instrumentalização, por parte de políticos, ao utilizar a ONG como um meio facilitador de escoamento de dinheiro público para seus bolsos. A falta de políticas e leis específicas contribuiriam, significativamente, para isso. O Código Civil, em sua última edição, trouxe algumas modificações. Ainda estamos longe de poder trafegar com segurança, mas houve avanços.

Com isso, estou querendo dizer que há muito a fazer. Os desvios devem nos direcionar no sentido de evitar erros e não ensejar oportunidades aos mal intencionados. Ninguém deve alarmar-se, além Buy Diflucan Online Pharmacy No Prescription Needed da conta, com notícias ruins.

As ONGs fazem e ainda farão muito bem na solução dos dramas sociais. Creio, com todas as minhas forças, ser a sociedade civil a parcela da sociedade mais capaz na eliminação desses desconfortos. As ONGs precisam nascer da indignação e da consciência dos indivíduos cidadãos.

O estado, seja em qual esfera for, não deveria intervir no Terceiro Setor, de forma alguma, especialmente com dinheiro. Como ensina a Bíblia, “o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males”; e aí não importa a religião envolvida. A parceria entre o estado e a sociedade civil descaracteriza o papel filantrópico dessas organizações. Elas existem devido a ineficiência, incompetência e desinteresse do estado. Hoje, assistimos o estado aumentado impostos às custas do argumento de que distribuem dinheiro para amenizar os males sociais, via ONGs. Isso é vergonhoso. Sem medo de errar, o estado não repassa nem dez por cento do que arrecada com tal propósito e boa parte das ONGs existentes são abatedouros dos políticos corruptos.

Pior, cabe ao estado fiscalizar as atividades dessas organizações. A raposa continua guardando o galinheiro.

Devemos continuar em nossas metas de construir uma sociedade livre e democrática. As ONGs estão no centro dessa questão e precisamos cuidar delas com muito carinho.

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