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Previdência não é um banco e sim segurança na aposentadoria dos trabalhadores

Previdência Particular

Previdência não é um banco e sim segurança na aposentadoria dos trabalhadores. Usa quem precisa construir pecúlio para a independência no fim de seus dias, não é benefício, nem malandragem.

Todos nós sabemos a situação nefasta do INSS. Não somos os únicos, até os Estados Unidos caiu nessa. Não me assustaria se alguém me dissesse algo como, fulano trouxe o sistema da América do Norte, lá pelos anos quarenta, século XX. Um capital novinho e para os políticos se locupletarem a pampa.

Sabe, suspeito ser a vontade dos políticos ter quanto mais trabalhadores melhor ou mais dinheiro, pronto para ser gasto como desejarem. Nós vivemos hoje, com quinze milhões de pessoas ou cujo correto seria estarem trabalhando, mas emprego não há para eles.

Os políticos de governos a ou b adorariam ter esses quinze milhões a mais contribuindo oito e meio por cento de seus salários a cada mês trabalhado, mas ainda não descobriram onde enfiá-los. Pelo jeito, as minas não são a solução, além de matarem os empregados dela, ainda terão para si a tarefa de reembolsar as famílias vizinhas, vítimas das barragens detonadas por pura incompetência, para dizer o mínimo.

A incoerência campeia no meio dessa raça. Às vezes, sou obrigado a concordar com o David Icke, essa gente só pode ser reptiliana. Do planeta Terra não podem ser. Esses caras estão sempre convencendo os jovens a entrar para o trabalho cada vez mais novos, atualmente, aos dezoito anos. Mudam o ensino médio para os horários noturnos a fim de tê-los todinhos, o dia inteiro nas fábricas, comércio, ONGs, etc.  

Além dos jovens, a pressão para as mulheres trabalharem é enorme. Até transformaram o Jardim da Infância em creches, para elas não precisarem cuidar de suas crias. O governo faz isso para elas, com a vantagem de educar as crianças ao gosto dos políticos, se forem de esquerda para o partidão e se for de direita para o capital.

Com isso, pais antigamente chamados arrimos de família, quando só eles trabalhavam dentre os membros das famílias e não precisavam pagar INSS, tudo funcionava bem melhor. Os jovens podiam estudar com calma até terminar a faculdade ao menos. As mulheres, sobretudo as casadas (a maioria) podiam educar seus filhos até o término da infância, ao menos. Depois disso, administravam suas casas e não eram escravas.

Obviamente a escravidão, mesmo tendo havido a alforria geral, fez muito mal às nossas famílias. Não é atoa o fato de muitos países onde não houve escravidão, estarem muito mais equilibrados. As mulheres tinham uma posição na sociedade muito mais elevada na sociedade. Claro, estávamos ainda crescendo como povo e as excrecências acabariam por sumir.

Com o ingresso desesperado de mulheres e jovens no mercado de trabalho, os homens foram se tornando, cada vez mais, desnecessários ali. Hoje em dia, homens de quarenta anos em grande quantidade estão ferrados se perderem seus empregos. Jovens com 25 anos ou pouco mais fazem os serviços dos homens com mais de quarenta, pela metade do preço. Tanto faz se não chegarem a alcançar o máximo de seus potenciais. Aqui no nosso país dificilmente haverá prêmios Nobel. No máximo, campeões de olimpíadas de matemática, algo muito necessário para nossa sociedade.

Outro detalhe idiota é o fato de não precisarmos do INSS. Batuta seria o presidente capaz de cancelar esse câncer do nosso meio. Em pouco mais de uma geração poderiam eliminar isso.

Bastaria abrir uma conta poupança aposentadoria para cada trabalhador já no mercado de trabalho e ao invés deles pagarem como um imposto, isso fosse transformado em depósito nessas contas, como investimento, inclusive com o depósito (16%) do empregador. 

Os bancos guardiões poderiam investir parte desses valores, desde que revertessem a maior parte das aplicações às contas dos trabalhadores.

O governo taxaria em cinco por cento os valores acrescidos através dos investimentos e só. Isso é só um exemplo, há muitos outros meios nessa possibilidade.

Atualmente somos um povo de mais de duzentos e dez milhões de habitantes. A cada ano, mais as tarefas são mecanizadas e não precisamos continuar com essas loucuras e manipulações de aquecimento do planeta, estimulo a mudança das pessoas para algum dos tipos lgbt, etc., Isso só para ter uma massa de trabalhadores fazedora de INSSs, a fim de alegrar quem? Sim, sempre eles, os políticos, cuja bíblia os denomina “Bestas”. São exatamente a mesma coisa.

A Europa vem diminuindo suas populações, por causa das mulheres empregadas, dos casamentos gays, etc., há mais tempo em relação as Américas. Nós das Américas temos esses problemas, mas muito menos em relação à Europa. Só não entendo por que os europeus ao invés de romperem com esse modelo globalista, parando tudo e começando de novo, colocando cada um em seu lugar de nascimento.

Na verdade, nós os americanos do Sul, do Centro e do Norte, também estamos indo por esse caminho, mas tempos mais tempo em relação à Europa.

Em outras palavras, a coisa certa a fazer é acabar com o INSS. Quanto menos dinheiro na mão do governo melhor, menos corrupção, menos inflação, menos carestia e vai por aí. Além do INSS, baixar impostos, tarifas e inflação, fatalmente.

Quanto aos trabalhadores, só os absolutamente necessários. Os outros, jovens estudando, mulheres administrando as casas das famílias e os idosos sentadinhos, cada qual em sua cadeira de balanço, junto à família.

Nesse sistema, sempre haverá vagas para quem ainda estiver precisando. Mulheres, cujo trabalho de educar filhos e administrar a casa, mas estejam livres disso, também poderão ocupar postos de trabalho, caso haja. O resto o governo deverá administrar, mas sem dúvida, isso não será problema.

Temos governo demais e com isso, políticos muito além da conta e é preciso acabar com isso. Com os equipamentos existentes em nossos dias, eles não são necessários, muito menos das mulheres e dos jovens. As mulheres valem muito mais em suas atribuições femininas e elas, certamente, serão mais felizes, assim.

Mas sempre haverá a liberdade de fazerem como quiserem. Só não venham reclamar, depois. E os jovens não precisam ter pressa. Preparem-se o melhor possível e, quando chegar a hora, estarão prontos para fazer o necessário.

Finalmente, gente como eu (e eu ainda deveria trabalhar um pouco mais), os tais idosos sentar no trono (cadeira de balanço), com a boca com poucos dentes, esperando a morte chegar.

Lou H. Mello

Consultor para ONGs cristãs,

Teólogo,  Escritor de Blog

 

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